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Home»Tocantins»Paraíso turístico vira foco de disputa de divisa entre GO e TO após erro em mapa dos anos 70
Tocantins

Paraíso turístico vira foco de disputa de divisa entre GO e TO após erro em mapa dos anos 70

dezembro 13, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO
O Complexo do Prata, um dos atrativos mais visitados por turistas que buscam as paisagens naturais da Chapada dos Veadeiros, é hoje o centro de uma disputa territorial entre Goiás e Tocantins. A confusão ganhou força após a Procuradoria-Geral do Estado de Goiás (PGE-GO) ingressar com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) alegando que um erro em um mapa do Exército, produzido em 1977, deslocou indevidamente a divisa entre os estados. Segundo a PGE, a ocupação indevida do território acontece há dois anos.
A falha teria ocorrido quando medições oficiais trocaram a identificação dos rios usados para demarcar a divisa, levando o curso d’água errado a ser registrado como limite entre Goiás e Tocantins, que só se tornou estado oficialmente em 1988. O g1 procurou o Exército, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
O equívoco deslocou a linha divisória para cima do território onde vivem comunidades Kalungas, gerando incerteza sobre qual estado deveria oferecer serviços públicos e manter infraestrutura local. Desde então, moradores cresceram, trabalharam e buscaram atendimento em uma área que, na prática, ficou sem definição clara de pertencimento.
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Infográfico – Paraíso turístico vira foco de disputa entre GO e TO por divisa após erro em mapa dos anos 70
arte/g1
Território de 12,9 mil hectares está no centro da indefinição
A área disputada soma 12,9 mil hectares, ou cerca de 12 mil campos de futebol, considernando as dimensões máximas estipuladas pela Fifa (120 metros de comprimento e 90 metros de largura).
O g1 percorreu a zona rural de Cavalcante (GO) e esteve na comunidade Kalunga dos Morros, uma das mais afetadas pela indefinição, ouvindo moradores que vivem há décadas entre divisas que mudam no papel, mas não no cotidiano. As falas mostram que não há consenso: há quem se sinta goiano, e há quem se sinta tocantinense.
A construção de uma ponte sobre o Rio Ouro Fino, executada pela prefeitura de Cavalcante, também se tornou um marco simbólico dentro da disputa. A estrutura é utilizada diariamente por quem vive na zona rural e, embora esteja concluída, não foi inaugurada oficialmente, porque o município decidiu aguardar a decisão judicial sobre a divisa.
A movimentação de Tocantins na área ficou mais evidente depois dessa construção, segundo moradores e lideranças locais. E es relatam que a placa instalada pelo governo tocantinense — com os dizeres “Bem-vindo ao Tocantins” e reforçando o limite territorial — surgiu pouco tempo depois da conclusão da ponte, o que reforçou, para parte da comunidade, a percepção de que a sinalização seria uma resposta direta ao avanço de infraestrutura promovido pelo lado goiano.
É nesse cenário de sobreposições cartográficas, promessas políticas e identidades divididas que vivem as famílias da Comunidade Kalunga dos Morros e do Povoado do Prata. Enquanto parte dos moradores defendem que a região pertence historicamente a Goiás, outros relatam estar encontrando mais assistência do lado tocantinense.
Poços e cachoeiras do Complexo do Prata, área de grande interesse turístico que fica na zona de divisa entre Goiás e Tocantins e é alvo da disputa territorial aberta após erro em mapa dos anos 70
Reprodução/Instagram de Complexo do Prata
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Comunidade Kalunga vive pertencimentos divididos
Delfino Pereira da Silva, 64 anos, nasceu e cresceu na comunidade dos Morros. Ele relata que, desde menino, aprendeu que aquela terra era Goiás e que a identificação local sempre se deu por Cavalcante.
Segundo ele, falar em Tocantins não fazia sentido — nem no território, nem nos vínculos afetivos. Delfino lembra que a região dependia de Cavalcante para estrada, escola e saúde, e que a comunidade chegou a se unir para manter acessos quando a assistência municipal ficou mais rara, por causa da indefinição das fronteiras.
Delfino conta que, mesmo com períodos de abandono, a Comunidade dos Morros sempre recorreu a Goiás. Para ele, a proximidade geográfica e a relação histórica pesam mais que qualquer mudança cartográfica recente. Ele explica que muitos moradores têm casa ou documentos vinculados ao município goiano e que Paranã, cidade tocantinense que seria a referência alternativa, é distante e pouco conhecida para grande parte da comunidade.
Moradores da Comunidade Kalunga dos Morros, seu Gedson Cardoso da Conceição (à esquerda) e Delfino Pereira da Silva (à direita) relatam como a disputa entre Goiás e Tocantins afeta, há décadas, a vida de quem nasceu e cresceu na divisa
Bárbara França/g1 Goiás
No entanto, no mesmo povoado, outro morador afirma o contrário: “Hoje eu me considero tocantinense”.
A poucos quilômetros de Delfino, o lavrador Gedson Cardoso da Conceição vê a situação de forma oposta. Morador desde 1975, ele conta que, ao tentar resolver questões documentais, foi informado pela promotoria de Cavalcante de que sua comarca correta seria Paranã. Depois disso, passou a transferir seus registros e afirma ter encontrado respostas mais rápidas no lado tocantinense.
Gedson diz que, nos últimos anos, percebeu investimentos, promessas de infraestrutura e atenção governamental por parte do Tocantins, enquanto Goiás, segundo ele, nunca teria levado melhorias até sua região.
Ele acompanhou pessoalmente a instalação da placa do Tocantins que marca a divisa:
“Para mim, foi um sinal de que finalmente lembraram da gente”, afirma.
Placa instalada em área rural marca a divisa entre Goiás e Tocantins pelo Rio Ouro Fino — ponto que os moradores reconhecem como o limite real entre os estados e que está no centro da disputa provocada por um erro de nomeação em mapa dos anos 1970
Bárbara França/g1 Goiás
‘Comunidade vive entre dois estados’
Lurdes dos Santos Maia, representante da comunidade dos Morros, descreve a sensação de viver em um território em constante disputa como cansativa. Para ela, moradores acabam sendo usados como argumento político enquanto convivem com falta de estrada, demora em serviços de saúde e indefinição sobre documentação e acesso a políticas públicas.
Segundo Lurdes, a disputa gera insegurança prática e emocional:
“A gente vive no meio. Os estados brigam, mas quem mora aqui continua sem saber quem realmente cuida da gente.”
Disputa se intensifica com a exploração turística
O secretário de gestão de Cavalcante, Danilo Antônio Ferreira, que faz parte da Comunidade Kalunga Vão do Moleque, relata que sempre houve assistência do município para saúde, manutenção de estradas e escola, mas que o interesse do Tocantins cresceu à medida que a região se tornou turística.
Ele afirma que a indefinição territorial fez com que parte da população local sequer fosse registrada no último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica IBGE), o que resultou em perda de recursos do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) para Cavalcante. Ele explica, ainda, que promessas de pavimentação e melhorias feitas por autoridades tocantinenses dividiram a comunidade.
“A disputa não é só um debate jurídico. É uma questão sobre quem vai cuidar de um povo inteiro”, afirma.
Placa instalada pelo Governo do Tocantins na estrada rural que leva ao Complexo do Prata afirma que “o turismo começa aqui”; estrutura virou símbolo da disputa territorial entre GO e TO
Bárbara França/g1 Goiás
A visão do turismo: placa gera confusão e afeta guias
A guia turística Marina Costa, que vive em Cavalcante, afirma que a instalação da placa “Bem-vindo ao Tocantins — O turismo começa aqui” gera confusão entre visitantes sobre onde realmente começa e termina a divisa entre os estados.
Segundo ela, a estrutura foi colocada em um ponto onde o limite territorial não é linear, o que faz com que muitos turistas acreditem que já deixaram Goiás antes mesmo de chegarem a áreas que, oficialmente, ainda pertencem ao estado.
Marina explica que isso impacta o trabalho dos guias, porque parte dos visitantes passa a acreditar que determinados atrativos não fazem mais parte da Chapada dos Veadeiros. Ela relata que, muitas vezes, precisa orientar os turistas sobre quais áreas ainda são de Cavalcante e quais já pertencem ao Tocantins, já que a demarcação histórica possui “entranças” que dificultam a identificação exata da fronteira.
Para ela, o problema é menos sobre disputa política e mais sobre clareza para quem visita a região:
“A gente precisa de segurança sobre o território e de informações corretas para poder explicar para o turista onde ele está.”
A guia turística Marina Costa, moradora de Cavalcante, atua na Chapada dos Veadeiros e explica como a disputa territorial afeta a percepção dos visitantes sobre atrativos da região, como o Complexo do Prata
Bárbara França/g1 Goiás
Prefeito goiano diz que erro impede serviços básicos
O prefeito de Cavalcante, Vilmar Kalunga, afirma que a indefinição territorial causada pelo erro no mapa do Exército tem provocado prejuízos diretos às famílias da Comunidade Kalunga dos Morros. Segundo ele, o governo do Tocantins teria se aproveitado da falha cartográfica para avançar sobre a área e chegou a instalar uma placa de divisa “sem comunicar ninguém”.
De acordo com o prefeito, a disputa afeta serviços essenciais. Ele afirma que a Equatorial Energia — distribuidora de energia elétrica — já deveria ter levado eletrificação à região, mas que a divergência sobre o pertencimento da área atrasou o processo. “As famílias continuam no escuro por causa desse erro”, diz. O gestor também reforça que a área é reconhecida como território quilombola.
“Ali é uma comunidade kalunga, conhecida como Quilombola Kalunga dos Morros, e faz parte do município de Cavalcante”, declara.
Para ele, a movimentação do Tocantins teria sido motivada principalmente pelo interesse turístico e minerário na região. Vilmar afirmou que o município acionou órgãos federais, como o IBGE, o Exército e o Ministério Público, para esclarecer os limites oficiais, e que seguirá defendendo o reconhecimento da área como parte de Goiás até a decisão final do STF.
Prefeito de Paranã diz que área é do Tocantins e destaca serviços prestados
O prefeito de Paranã, Fábio da Farmácia, divulgou um vídeo afirmando que o território em disputa pertence ao Tocantins e que o governo estadual presta serviços essenciais na região. No vídeo, ele diz que a Procuradoria-Geral do Tocantins está reunindo informações para sustentar a defesa no Supremo Tribunal Federal e ressalta que “todo serviço público à comunidade vai ser garantido”.
Ele cita ações como manutenção da rodovia, extensão de energia e incentivo ao turismo. O prefeito também menciona o “potencial mineral” da área, que segundo ele está sendo estudado pelo estado.
Vista da Chapada dos Veadeiros a partir da estrada rual de Cavalcante, área onde a beleza natural contrasta com a disputa territorial entre Goiás e Tocantins
Bárbara França/g1 Goiás
Histórico de disputas territoriais no Brasil ajuda a entender o conflito atual
A briga entre Goiás e Tocantins não é um caso isolado. O Brasil já enfrentou outras disputas envolvendo erros de mapas, divergências sobre cursos de rios e conflitos políticos.
Um dos casos emblemáticos ocorreu entre Paraná e Santa Catarina, quando falhas em demarcações do início do século XX geraram conflitos que culminaram na Guerra do Contestado. Mais de 100 anos depois, um novo erro de medição levou à revisão da divisa e à transferência de 490 hectares entre os estados, em 2024.
Situação semelhante foi registrada na divisa entre Goiás e Bahia. O processo, que se estendeu por quase 30 anos, terminou em 2014, quando o STF decidiu ampliar o território goiano em 42 mil hectares, após uma perícia do Exército apontar inconsistências históricas.
Assim como nesses casos, a área entre Cavalcante e Paranã também ganhou relevância econômica com o avanço do turismo e da infraestrutura, o que intensificou a disputa atual.
Disputa jurídica avança no STF
O Governo de Goiás acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para que o Tocantins desocupe uma área de 12,9 mil hectares na região do Quilombo Kalunga dos Morros, em Cavalcante. A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) sustenta que resença tocantinense é irregular e decorre de um erro cartográfico de 1977, que confundiu os limites estaduais.
Na ação, Goiás pede o reconhecimento da área como parte do território goiano, a desocupação imediata, a suspensão de obras e serviços públicos tocantinenses, a retirada de uma placa instalada na estrada e a redefinição da divisa com base nos limites naturais previstos originalmente.
Do outro lado, o Governo do Tocantins criou um Grupo de Trabalho Interinstitucional de Defesa Territorial (GTIDT) para reunir documentos técnicos, cartográficos, fundiários e jurídicos que vão embasar a defesa do estado no processo. O grupo vai analisar bases legais e mapas que definem os limites entre Tocantins e Goiás, identificar com precisão o Rio da Prata e o Ribeirão Ouro Fino, elaborar parecer técnico sobre a delimitação territorial e reunir provas que sustentem a soberania tocantinense na área.
Segundo a portaria, o estado afirma que é necessário levantar rapidamente um acervo “probatório técnico, cartográfico e histórico-fundiário” para contestar as alegações feitas por Goiás.
No fim, a comunidade continua onde sempre esteve
Entre mapas antigos, placas novas, políticos, procuradores e turistas que chegam todos os dias, a comunidade Kalunga segue tentando viver a própria rotina entre dois estados que reivindicam o mesmo chão.
Delfino resume o sentimento de muitos moradores:
“Nasci aqui, criei meus filhos aqui. Para nós, isso aqui sempre foi e continua sendo Goiás.”
Já Gedson resume o sentimento do outro lado:
“Eu vejo benefício chegando. Quem me atende é o Tocantins. Eu me sinto tocantinense.”
Entre essas duas percepções, existe uma comunidade inteira que só quer ser vista — e não usada como argumento cartográfico.
Lurdes conclui:
“O mapa pode errar. A gente não. A gente sabe quem nós somos. Só queremos que alguém olhe por nós.”
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Fonte: G1 Tocantins

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